Home Programas Revistas Ebooks Videos Online Ufologia
2008-12-16

Cientistas conseguem prever o futuro da Terra  

Já se consegue prever uma futura catástrofe para os próximos anos


Um grupo de cientistas e exploradores do espaço pediu que a comunidade internacional desenvolva um mecanismo global para defender o planeta dos possíveis impactos devastadores de meteoritos.

Esse novo desafio aparece no relatório intitulado "Ameaças de asteróides: uma chamada para uma resposta global", elaborado pela Associação de Exploradores do Espaço (ASSE, na sigla em inglês) e apresentado à ONU. Ao já ser tecnicamente possível influir na trajetória de um meteorito, a comunidade internacional enfrenta agora o desafio de se organizar para proteger o planeta dos asteróides. "A aceleração de nosso conhecimento", ou seja, que agora sejamos conscientes desta ameaça, gera o dilema de atuar ou não, explicou em coletiva de imprensa o ex-astronauta da NASA Russell Schweickart. "Será estupendo. Descobriremos milhares de ameaças a tratar. A pergunta é: atuaremos ou não? A comunidade internacional terá que decidir", disse Schweickert, fundador e presidente do Painel Internacional sobre a Redução da Ameaça de Asteróides (IPATM), integrado por membros da ASSE e outros especialistas.

No relatório se destaca que, pela primeira vez na história de nosso planeta, existem capacidades técnicas para prevenir esse tipo de colisão cósmica, assim como de prever e preparar planos de evacuação e redução de danos frente a um impacto inevitável. Porém, assegura que tudo depende de preparação, planejamento e de decisões tomadas a tempo. Até agora foram descobertos seis mil objetos cósmicos próximos à Terra que, com regularidade, cruzam a órbita de nosso planeta. Os cientistas esperam que seu número aumente de forma exponencial, para um milhão por volta de 2020. Segundo Schweickart, embora o conhecimento sobre eles não envolva saber uma variação da probabilidade de causar um dano à humanidade, se coloca a questão de quem e como se fará a gestão de conhecimento.

Estima-se que alguns desses objetos - entre os conhecidos atualmente há um grupo de 500 a 1.000 - têm um diâmetro de mais de 150 km, um tamanho que representaria uma catástrofe mundial caso impactasse contra a Terra. É o caso do famoso Apophis, um asteróide de 270 m de diâmetro que passará muito perto de nosso planeta em 2029, em seu caminho para o Sol. Esse asteróide ameaça impactar na Terra em seu retorno, por volta de 2036, com um efeito superior ao de milhares de bombas atômicas.

Calcula-se que a eventual devastação causada seria 100 vezes superior à do meteorito Tunguska, que em 1908 destruiu dois mil hectares de floresta da Sibéria(Russia). Embora os dois métodos desenvolvidos para desviar a trajetória do objeto e evitar assim seu impacto, denominados “impacto cinético” e “trator de gravidade”, não tenham sido testados ainda, especialistas asseguram que são fiáveis também economicamente.

Quem vai avisar? Em que informações se vai basear? Que tecnologias se decidirá aplicar? São algumas das muitas questões que estão ainda sem resposta. O problema é que, “como em muitos campos, a nova agenda é caracterizada por um desafio institucional”, explicou Walther Lichem, membro do IPATM e ex-funcionário das Nações Unidas. “Não devemos aceitar que se desenvolva um processo de responsabilidade e de implementação de decisões fora da legalidade da comunidade internacional. Este é o desafio atual”, disse Lichem, que ressaltou a existência de “grupos” e desenvolvimentos não controlados pela ONU. “Há certas estruturas que estão argumentando a favor da aplicação de bombas atômicas no espaço. Para eles, essa é a tecnologia disponível mais barata e mais efetiva. E depois surgem outros que dizem que, ao contrário, a fragmentação do asteróide amplia os danos. Há interesses particulares”, reconheceu o especialista.

Revista Ufo


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-12-13

Cientistas Japoneses conseguem filmar sonhos  

Cientistas japoneses afirmaram que conseguiram filmar sonhos e pensamentos na tela de um computador, cujos resultados serão publicados na revista científica Neuron.

No site da revista os pesquisadores afirmam: “Os resultados sugerem que nossa abordagem fornece um meio eficaz de ler nossos complexos estados de percepção da atividade cerebral.”

Leitura de imagens cerebrais não são novidade e as imagens do estudo parecem ser muito simples, mas os pesquisadores afirmam que a nova técnica poderá levar a desvendar o segredo dos sonhos.

“Ao aplicar esta tecnologia, poderá ser possível gravar e reproduzir imagens subjetivas que as pessoas percebem como sonhos”, disseram os pesquisadores. Em um experimento os voluntários viram as seis letras da palavra “neuron” e a atividade neurológica seguinte foi utilizada para reconstruir as letras na tela.

Alguns pesquisadores afirmam que sonhamos com tarefas e emoções com as quais não lidamos completamente e que sonhos também ajudam a solidificar pensamentos e memórias.

Mesmo os animais sonham. Inclusive algumas pessoas pensam que podem controlar seus sonhos, apesar de não haver comprovações. Mas algumas pesquisas afirmam que algumas pessoas podem se comunicar durante o sonho com pesquisadores durante um sonho.

Hypescience


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-12-03

NIBIRU: A Terra vai acabar em 2012 - Será?  

Planetas errantes em rota de colisão com a terra, chegada de ETs, tempestades solares, profecias inventadas... Some todos esses ingredientes e construa a teoria mais popular da internet. O que há de verdade no chamado apocalipse Maia.



Você temeria o futuro se levasse a vida de Tom Cruise, com mais de US$ 300 milhões no banco e presença garantida na lista de celebridades mais ricas do mundo elaborada pela revista "Forbes"? Então imagine o impacto da notícia, divulgada no ano passado, de que o superastro estaria construindo um abrigo subterrâneo de US$ 10 milhões no subsolo de sua mansão no Colorado. Segundo o relato publicado pela revista "Star", Cruise estaria convicto de que a Terra experimentará um contato potencialmente devastador com uma raça alienígena em 2012. Um porta-voz do ator desmentiu a notícia, mas o estrago foi feito. A história do bunker de Tom Cruise circula a todo vapor pela internet. Os adeptos do debate formam um grupo de tamanho indefinido, que se espalha por todos os continentes, e que acredita que a vida em nosso planeta vai mudar, para pior ou para melhor, em 21/12/2012.

Paranóia: rumores dão conta de que Tom Cruise mandou construir um abrigo antiapocalipse. Seus assessores negam a história

Nessa data se encerra um calendário que era usado pelos antigos maias no auge da sua civilização. Por isso, todo o movimento envolvendo o ano de 2012 é chamado genericamente também de "profecia maia". Enquanto o tal dia não chega, a turma se prepara consumindo livros, documentários, DVDs e palestras. Uma busca pelos termos "2012" e "maya" (em inglês) no Google revela mais de 2 milhões de citações. Isso é a ponta do iceberg de uma riquíssima comunidade, estruturada em centenas de blogs, fóruns, sites, portais e até uma versão particular da Wikipédia, o "2012wiki". Em fevereiro foi lançado nos EUA "2012 - Doomsday" ("2012 - O Dia do Juízo Final") e dois outros filmes devem sair até 2010, um deles sob a batuta do diretor de "Independence Day" (1996), Roland Emmerich. Nos últimos dois anos, pelo menos 18 livros sobre o tema chegaram às prateleiras nos EUA, boa parte com termos como "apocalipse" e "cataclisma mundial" em seus títulos. Por aqui, só no primeiro semestre deste ano foram publicadas três obras.

Essa popularidade é o ponto culminante de um processo que começou há duas décadas. Em 1984, o americano José Arguelles publicou "O Fator Maia". Nele mesclava seus estudos sobre o fim do calendário maia com suas próprias idéias apocalípticas. Arguelles disse que a data marcaria o fim do ciclo do Homo sapiens e o início de uma época ecologicamente mais harmoniosa. E conclamou os leitores a se reunirem em várias partes do mundo nos dias 16 e 17 de agosto de 1987 para meditar e rezar, dando um pontapé inicial para o grande dia que ainda estava 25 anos no futuro.

Esse evento, batizado de Convergência Harmônica, atraiu grande atenção da mídia americana e ganhou o apoio de celebridades como a atriz Shirley McLaine. "Arguelles se inspirou em um livro de ficção para criar a convergência harmônica, mas foi ela quem deu início à onda de 2012", afirma Robert Sitler, especialista em cultura maia da universidade Stetson, nos EUA. Arguelles ganhou fama e deu início a um movimento com seguidores no mundo inteiro, inclusive no Brasil. E a New Age ganhou sua própria dimensão profética.

Teorias à la carte

De lá para cá, só fez crescer o número de pessoas que têm desenvolvido suas próprias especulações sobre o que vai acontecer na data tão esperada. E para isso vale recorrer a todas as ferramentas. Um belga utilizou a matemática e a mitologia para fazer uma análise comparativa das civilizações maia e egípcia. Concluiu que as duas são originárias de Atlântida e que o fim do mundo será causado por uma mudança no campo magnético da Terra, relacionada ao ciclo de manchas solares. Um ufólogo calculou a distância entre a linha do Equador e a cidade americana de Roswell, onde um disco voador teria caído. Encontrou o valor de 2.012 milhas - sinal, acredita, de que a queda do óvni foi uma mensagem cifrada sobre a data em que os ETs irão se revelar.

Outro americano usou drogas psicodélicas e um computador para analisar o I Ching e concluiu que o livro é um calendário de eventos que prevê o fim da história humana em novembro de 2012 (a data foi ajustada depois). Um matemático, também usando um software, encontrou uma profecia codificada no Antigo Testamento falando de um asteróide (ou cometa) que atingiria a Terra.

Um jornalista preferiu compilar os dados sobre vulcanismo, terremotos, queda de asteróides, radiação vinda do espaço etc. e concluiu que todos esses eventos devastadores têm forte possibilidade de acontecer em um futuro muito próximo. E é essa discussão, onde cabe tudo, que está entupindo a internet e as prateleiras. "Há muito pouco de maia nessa história. Essas profecias nada têm em comum, exceto o fato de se referirem à mesma data e apostarem numa transformação radical", diz Sitler.

Para o pesquisador inglês Joseph Gelfer, a aposta na mudança seria uma chave para entender essa onda. Gelfer estuda o interesse por 2012 na Austrália e lembra que profecias existem em muitas culturas. "Mas elas se situam num futuro longínquo, não são iminentes. Essa idéia também faz com que algumas das piores características dos nossos tempos, como as guerras ou a mudança climática, sejam vistas como etapas para a transformação", diz.

Outro fator importante é o grande volume de informação pseudocientífica. "Muitos dos que rejeitam os conceitos New Age se interessam pelas profecias de 2012. A maior parte do que se diz sobre o assunto é apresentado como o resultado de rigorosa pesquisa, mas são, na verdade, idéias questionáveis ou pura especulação."

Nas próximas páginas, você vai saber o que os cientistas dizem sobre alguns dos cenários mais debatidos pela comunidade de 2012. E descobrirá o que os próprios maias escreveram sobre a data.

RESGATE ALIENÍGENA

Quem crê em extraterrestres vê esperança da sua chegada à Terra nas profecias de 2012


Será que um dia faremos contato com os ETs?

Talvez o grupo que tenha mais esperanças positivas para 2012 seja o dos apaixonados por OVNIs. Não dispensam o temor de um cataclisma, mas acreditam que a data irá inaugurar uma nova era para a humanidade, marcada pelo contato com os ETs. Eis um exemplo típico de profecia ufológica, colhida entre as centenas de sites que debatem o tema: "Crescem os rumores de que civilizações extraterrestres estão preparando um evento espetacular em 2012.

Ninguém sabe ao certo o que os maias realmente esperavam para o iminente cataclisma. Mas agora muitos centros de pesquisa crêem que a Terra passará por um grande perigo em 2012 e depois. No momento certo, avançadas civilizações extraterrestres resgatarão a civilização humana. De acordo com pesquisadores, a Federação do Universo, representando todas as 88 constelações, virá oficialmente visitar a Terra. Isso porá um fim à ocultação de óvnis em todos os continentes".

Para o Centro de Ufologia Brasileiro - CUB nada acontecerá em 2012 e a vida continuará normalmente na Terra. Para esta instituição isso não passa de especulação.

PROFECIA MAIA

O calendário de conta longa é apenas um entre os vários que os maias usavam. Assim como os nossos meses, anos e séculos, ele se estrutura em unidades de tempo cada vez maiores. Cada 20 dias formam um "mês", ou uinal. Cada 18 uinals, 1 tun, ou "ano", cada 20 tuns faziam um katun e assim sucessivamente. Enquanto o nosso sistema de contagem de séculos não leva a um fim, o calendário de conta longa maia dura cerca de 5.200 anos e se encerra na data 13.0.0.0.0, que para muitos estudiosos (não há um consenso a respeito) corresponde ao nosso 21/12/2012.

Isso não significa que eles esperassem pelo fim do mundo naquele dia. "Os povos ameríndios não tinham apenas uma concepção linear de tempo, que permitisse pensar num fim absoluto", diz Eduardo Natalino dos Santos, professor de história da América Pré-hispânica da USP. Ele diz que há textos míticos maias que falam em idades anteriores ao aparecimento da humanidade atual, e afirmam que a era atual duraria 5.200 anos. "Mas em nenhum lugar se diz que o ciclo que estamos vivendo seria o último." A maioria dos estudiosos acredita que, após chegar à data final, o calendário se reiniciaria. Assim como, para nós, o 31 de dezembro é sucedido pelo 1 de janeiro, para eles o dia 22/12/2012 corresponderia ao dia 0.0.0.0.1.

Entre os milhares de textos maias conhecidos, há apenas um que faz menção à data. Uma inscrição encontrada na ruína de Tortuguero (Costa Rica) diz que nela virá à Terra Bolon Yokte K'u, deus associado à guerra e à criação. Um indício indireto da mesma profecia está nos "Livros de Chilam Balam". Escrita por vários autores após a conquista espanhola, a obra traz previsões para os katuns que, num outro sistema de contagem de tempo, se repetem a cada 256 anos. Para o katun associado a 2012, o livro prevê a chegada de vários seres, entre eles "aquele que vomita sangue" e o deus Kukulcan, muito popular na América Central.

Mas mesmo esses textos talvez não correspondam ao que entendemos por profecias. Natalino diz que, embora os maias tivessem uma visão qualitativa do tempo - havia períodos "benéficos" e "maléficos" - isso não implica que fossem fatalistas. Os finais dos ciclos eram datas religiosamente importantes, pois num deles a idade atual poderia terminar. "Mas os sacerdotes podiam realizar certas práticas que assegurassem a continuidade do mundo", explica Natalino. Ele diz que no período colonial e depois houve rebeliões populares inspiradas pelas profecias de Chilam Balam. "Mas basta dar um pulo à América Central para ver que os maias de hoje estão cheios de projetos e nem um pouco preocupados com 2012."

UM OUTRO OLHAR SOBRE O TEMPO



Conheça as diferenças entre o calendário gregoriano, adotado no Ocidente, e a maneira usada pelos maias para medir o tempo

FOLHINHA

Como os maias registraram 27/12/724



INVERSÃO MAGNÉTICA

Mais uma carga de lenha na fogueira de 2012: suposto enfraquecimento do campo magnético terrestre levaria à incidência letal de partículas solares

A luz e o calor produzidos pelo Sol tornam a vida na Terra possível. Mas, se não fosse pelas defesas que temos contra a radiação e o fluxo de partículas que chegam continuamente vindos da estrela, também não estaríamos aqui agora. Uma das principais defesas de nosso planeta é o seu campo magnético. Explicando de maneira simples, ele possui dois pólos, um norte e outro sul, que atualmente se situam mais ou menos perto dos pólos geográficos.

Mas os geofísicos sabem que, de tempos em tempos, as polaridades se invertem, isto é: o ponto onde fica o pólo sul magnético se torna o ponto do pólo norte, e vice-versa. "Sabemos que centenas de inversões aconteceram no passado, mas não se sabe o que as causa", diz Eder Molina, professor do Instituto Astronômico e Geofísico da USP. A mais recente inversão ocorreu há 700 mil anos. E a próxima talvez esteja a caminho. "Sinais sugerem que alguma coisa está acontecendo. A intensidade do campo entre os pólos norte e sul está diminuindo. Acredita-se que essa diminuição possa ser parte de um processo de reversão, embora isso seja apenas uma hipótese."

A ocorrência de uma inversão súbita dos pólos magnéticos terrestres é um dos cenários apocalípticos previstos para 2012. Será isso que os cientistas estão detectando? "Não", diz Molina. "Os indícios sugerem um processo muito gradual, que levará talvez milhares de anos. Nós conhecemos muito bem o campo magnético terrestre, graças ao mapeamento feito por observatórios e satélites.

Essas informações nos ajudam, por exemplo, a procurar petróleo e minerais valiosos. Se uma mudança brusca estivesse ocorrendo, já teria sido detectada." Molina afirma que veríamos muitos sinais, sob a forma de problemas nas telecomunicações e o desligamento de usinas elétricas. Não haveria como esconder um problema desses, pois o que estaria em jogo seria a sobrevivência da civilização. Mas não vemos nada disso por aí.

ESCUDO DE FORÇA

Entenda a atuação do campo magnético terrestre e suas variações imprevisíveis:



CICLOS SOLARES

Aparente hiperatividade do astro alimenta especulações sobre bombardeio radioativo. Mas a estrela está se comportando conforme o previsto

Muitos dos cenários para 2012 baseiam-se na idéia de que o Sol estaria passando por um período de atividade sem precedentes. Os defensores dessa tese ressaltam o fato de que, entre 28 de outubro e 4 de novembro de 2003, ocorreram algumas das maiores explosões solares já registradas. Em 20 de janeiro de 2005, a Terra registrou o maior bombardeio de partículas de alta energia oriundas do Sol.

Como 2005 foi o ano do furacão Katrina, há quem vincule os fenômenos, sugerindo que o clima é governado por variações na atividade solar. Como a previsão dos astrofísicos é de que 2012 registre um ponto de alta atividade em nossa estrela, há quem acredite que a soma de tudo isso seja uma catástrofe.

As variações na atividade solar são causadas por mudanças na configuração do campo magnético que ocorrem a cada 11 anos. Para Adriana Silva Valio, pesquisadora do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie, basta dar uma olhada nos dados dos últimos oito anos para ver que o Sol tem se comportado normalmente. De lá para cá, a atividade reduziu-se, e a tendência é que, nos próximos anos, volte a se intensificar, alcançando patamares elevados em 2012. Tudo isso está dentro do esperado.

O decréscimo da atividade aconteceu mesmo com as superexplosões de 2003. "O fato é que a tecnologia para acompanharmos o fenômeno é muito recente. Talvez eventos semelhantes tenham acontecido no passado", afirma Adriana. Ela também diz que o ciclo solar de 11 anos, por si só, não parece ser capaz de afetar significativamente o clima da Terra. "No ponto de maior atividade, a quantidade de energia solar recebida pela Terra cresce apenas 0,1%."

Porém, ela diz que fatores desconhecidos e ligados ao Sol parecem sim afetar o clima na Terra. "No século 18, o Sol não apresentou manchas por sete décadas. O mundo ficou mais frio, e os canais de Veneza congelaram. Mas parece que para que mudanças assim ocorram levam décadas ou mesmo séculos", diz.

USINA DE ENERGIA

Diferença de velocidade na rotação do astro faz com que a atividade solar varie em ciclos de 11 anos.


NIBIRU

Hipotético décimo planeta do Sistema Solar (há quem diga que se trata de uma outra estrela) estaria rumando de encontro à Terra. Acredite se quiser? Melhor não

Muito antes que a data de 21/12/2012 começasse a tocar corações e mentes, o israelense Zecharia Sitchin começou a divulgar suas idéias sobre a origem da Terra, inspiradas, segundo ele, na decifração de antigos textos babilônicos. De acordo com Sitchin, há em nosso sistema solar um objeto que a ciência moderna desconhece e que os antigos chamavam de Nibiru. Esse objeto, que pode ser um planeta ou uma pequena estrela, passaria próximo ao Sol a cada 3.600 anos. Sitchin afirma que, em uma dessas passagens, uma colisão entre um de seus satélites e um planetóide que existia entre Marte e Júpiter teria dado origem à Terra.

Outros autores passaram a usar as idéias de Sitchin nos anos 1990. Eles dizem que Nibiru vai passar por perto de nosso planeta em 2012, e a atração gravitacional entre os dois resultará em dilúvios e terremotos.

Para Carlos Henrique Veiga, astrônomo do Observatório Nacional, é possível que existam planetas ainda desconhecidos no Sistema Solar. Poderiam ter, inclusive, algumas das características atribuídas a Nibiru, como um período muito longo e órbita extremamente elíptica. "Mas as órbitas de planetas não se sobrepõem umas às outras. Esse cruzamento só ocorre com cometas e asteróides." Quanto à segunda possibilidade, a de que Nibiru seria uma estrela se escondendo nas vizinhanças, Veiga diz que sua presença causaria uma alteração na dinâmica do Sistema Solar. "Tanto ela quanto o Sol teriam que girar ao redor de um centro de massa. Os planetas girariam em torno das duas ou desse novo ponto central. Não é isso que estamos vendo", afirma.

Outro cenário sugere que, em 21/12/2012, o Sol, ao nascer, estaria alinhado com o plano da Via-Láctea. Nessa posição, receberia algum tipo de irradiação misteriosa vinda do centro da galáxia. Essa informação, porém, é contestada até por autores de populares livros sobre 2012, como o astrônomo John Major Jenkins. O que é verdade é que o Sol está cruzando o plano da nossa galáxia, mas isso não é motivo para preocupação. "O centro da Via-Láctea está a quase 30 mil anos-luz de distância. Por isso, esse posicionamento não deverá trazer maiores conseqüências. No máximo, pode favorecer a atração de cometas e asteróides em direção ao Sol", diz Veiga.

Fonte:Galileu

Essa reportagem como deu para ver é altamente cética e científica quanto ao "NIBIRU".

Então veja agora uma reportagem de outra conceituada revista, com um texto menos científico, aprofundando mais em previsões da antiguidade e mesclando com descobertas cientificas também, sobre esse fenômeno. Vale a pena ler.



Está confirmada a presença de um grande astro no Sistema Solar, que pode causar cataclismos e mudanças no planeta Terra em 2012


De uns anos para cá, expressões como Nibiru, Planeta X ou Planeta Chupão se tornaram motivo de grande interesse e controvérsia na internet e nas comunidades ufológicas brasileira e mundial. Todos estes termos se referem à mesma coisa, um grande e desconhecido objeto existente no Sistema Solar, que é melhor identificado com o termo genérico Planeta X. Na Antigüidade, os sumérios o chamaram de Nibiru e o descreviam como sendo várias vezes maior do que a Terra, com um período orbital de cerca de 3.600 anos. Este objeto pode ser um cometa, um “planeta vagabundo” ou uma estrela anã escura companheira do Sol, não se sabe ao certo. A procura por este perturbador artefato celeste remonta à descoberta de Urano, em 1781, e hoje é constante.

Alguns estudiosos dizem que, nos próximos anos, o Planeta X ou Nibiru penetrará em nosso sistema estelar e enfurecerá o Sol. Há até uma data aludida com freqüência para que tal fato ocorra: 2012. Com isso, teria início um período de sofrimento para a Terra, que se veria imersa em uma terrível tempestade solar. Com um cenário tão dramático, o que todos se perguntam é: poderemos sobreviver? No século XIX, o cientista Louis Pasteur declarou que “a chance favorece as mentes preparadas”. A frase é clara, mas, mesmo que possamos pensar em construir refúgios para escaparmos de eventuais tragédias, não há garantias. De qualquer modo, uma preparação mental e emocional da humanidade parece ser o caminho para a sobrevivência aos períodos drásticos que virão, caso se concretizem as sombrias previsões.

No passado, tivemos cataclismos e fenômenos naturais que custaram muito caro à espécie humana. Se recuarmos cerca de 11.000 anos no tempo – o equivalente a três vezes o período orbital de Nibiru –, chegaremos à catástrofe que vitimou a lendária Atlântida e, cerca de 1.500 anos antes, acharemos o cataclismo que vitimou o igualmente polêmico continente de Mu. Alguns historiadores atestam que, em ambas as situações, a Terra teria ficado praticamente vazia, sem vida. Estima-se que, só em Mu, teria havido o desaparecimento de 60 milhões de pessoas, vítimas da tragédia. Não se conseguiu calcular quantas teriam sucumbido com o afundamento da Atlântida.
Salvatore De Salvo é professor universitário, autor e cientista do International Biographic Centre, de Cambridge

Posteriormente, no século XIV, tivemos o triste fenômeno da Peste Negra, que aniquilou dois-terços da população planetária, que pode ser um bom exemplo do que a natureza é capaz de fazer, quando zangada. As conseqüências da peste não tardaram a aparecer, e muitos sobreviventes concluíram que a Igreja Católica não era tão eficiente assim, visto não ter conseguido protegê-los da catástrofe. Assim, deixaram de acreditar na instituição, abandonaram sua fé e começaram a procura por respostas em outras áreas, o que levou à emergência da medicina.

É bem provável que, desta vez, se e quando Nibiru entrar de fato em conflito com o Sol, tenhamos de suportar sofrimentos bem mais devastadores do que os da Peste Negra. Mas é preciso ter em mente que isto poderá também nos levar a fortes eventos evolucionários, nos quais a humanidade poderá se libertar dos grilhões da atual loucura coletiva, criando um mundo muito mais espiritual e solidário. O pior desafio que poderemos enfrentar não será o próprio Nibiru, embora ele nos traga terríveis tempestades de meteoros e muitos impactos. A interação entre ele e o Sol será muito pior. Para alguns autores, é preciso compreender que não enfrentaremos desafios de um dia catastrófico em sentido bíblico, mas sim a ruína progressiva do mundo inteiro, em escala global. Mas, como já aconteceu no passado, Nibiru engatilhará a reunião de múltiplos eventos naturais e os devido à ação humana, que deverá durar anos. Quando o pesadelo terminar, a nova humanidade – composta pelos sobreviventes e seus descendentes, adaptados à nova realidade, algumas décadas após o cataclismo –, poderá experimentar uma nova forma de vida, que alguns já chamam de Idade de Ouro.

A descoberta de Nibiru

O primeiro registro do misterioso objeto celeste apareceu em 1983, transmitido pelo recém lançado satélite IRAS [Infrared Astronomical Satellite ou Satélite Astronômico Infravermelho], pioneiro na descoberta. A notícia foi dada pelo jornal Washington Post. “Foi encontrado, por um telescópio em órbita da Terra, um corpo celeste tão grande quanto Júpiter, que faz parte do nosso Sistema Solar. Ele estaria na direção da Constelação de Órion”. Em 1992, veio a confirmação da descoberta pelo cientista Robert Harrington, então diretor do Observatório Naval dos Estados Unidos. “A massa deste corpo celeste é quatro vezes maior do que a da Terra e trata-se, provavelmente, de uma estrela anã escura, cuja órbita a leva de um lado a outro do nosso Sistema Solar”, disse Harrington.

Ainda em 1992, os sinais ficaram mais precisos. Um informe da NASA dava conta de que “desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Netuno apontavam para um grande corpo fora do Sistema Solar, de massa entre quatro a oito vezes a da Terra, numa órbita altamente inclinada e a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol”. Estava consumado que o artefato celeste era real, mas seria este corpo, que já estava apelidado de Planeta X, o mesmo Nibiru previsto pelos sumérios na Antigüidade? Sim, é o mesmo objeto que foi revelado pelo estudioso de civilizações antigas Zecharia Sitchin em suas obras. Da mesma forma, a Bíblia Kolbrin, escrita pelos egípcios após o Êxodo e pelos celtas após a morte de Jesus, oferece extensos informes históricos sobre as andanças deste planeta. Os egípcios o chamavam de O Destruidor, confirmando os Evangelhos. Os druidas, antepassados dos celtas, o chamavam de O Espantador ou O Apavorante.

Há dados concretos sobre a existência de Nibiru. Astronomicamente, denomina-se “perturbação” a alteração da órbita de um planeta pela interação gravitacional de um ou mais corpos celestes. Durante milênios, o planeta Saturno foi o mais próximo de nós, visível a olho nu. Mas, após a descoberta do telescópio, as coisas mudaram. Os astrônomos descobriram perturbações na órbita de Saturno, e isso levou à descoberta de Urano, em 1781, pelo astrônomo alemão William Herchel. Naquele momento, Nibiru estava “andando” no Sistema Solar. Em seguida, perturbações da órbita de Urano levaram à descoberta de Netuno, em 1846, pelo matemático alemão Johann Gall, apenas por cálculos matemáticos. E, então, apareceram perturbações da órbita de Netuno, o que levou o matemático francês Urbain Le Verrier a anunciar que deveria existir outro planeta além de Netuno. Foi assim que surgiu a idéia do Planeta X, que hoje sabemos ser, de fato, o Nibiru dos sumérios.
Zecharia Sitchin, autor de inúmeras obras, é um dos primeiros a denunciar a existência de Nibiru

No início do século XX, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona, começou a procurar o corpo que perturbava a órbita de Netuno. Catorze anos após sua morte, em 1916, seu assistente Clyde Tornbaugh descobriu Plutão [Tornbaugh foi um dos primeiros astrônomos a admitir ter visto UFOs]. Por um curto período, o novo corpo foi classificado como planeta, embora a Lua seja uma vez e meia maior do que ele. Recentemente, Plutão foi rebaixado à categoria de planeta anão, porque seria pequeno demais para justificar a enigmática perturbação sofrida por Netuno. Isso nos conduz de volta à descoberta de Le Verrier, que foi quem realmente forneceu, em 1846, os primeiros sinais da presença do Planeta X.

Buscas confirmam o intruso

Atualmente, como está esta procura? Depois de oficialmente encontrado pelo satélite IRAS, o corpo foi confirmado, em abril de 2006, pelo telescópio SPT [South Pole Telescope ou Telescópio do Pólo Sul], localizado na estação polar Amundsen Scott, na Antártida. Este telescópio iniciou suas operações justamente naquele ano e é considerado um instrumento perfeito, no lugar perfeito e funciona no momento perfeito para observar o Planeta X. O SPT continua a seguir os movimentos do misterioso corpo, ininterruptamente. Toda esta vigilância aponta que o corpo ainda está muito além do Sistema Solar, embora sua ação já o esteja alterando, fazendo surgir sinais precursores de suas interferências.

Muitos estudiosos dedicam significativos esforços para identificar as alterações causadas por Nibiru em nosso sistema estelar, e já identificaram várias. Por exemplo, o Sol, desde 1940, apresenta mais atividade do que nos 1.150 anos anteriores – o próximo ciclo solar será o mais violento de todos e terá seu pico justamente em 2012. Para eles, outras constatações em corpos do Sistema Solar são preocupantes. Quanto a Mercúrio, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar no planeta uma calota de gelo polar e um campo magnético muito alto, estando ele tão próximo do Sol. E quanto a Vênus, novo espanto recente se deu quando ele aumentou seu brilho em 2.500%, junto com substanciais alterações globais de sua atmosfera.

Nada disso é obra do acaso. Na Terra, o debate sobre o aquecimento global mal terminou e constatamos condições atmosféricas bastante severas. Em Marte, o aquecimento global daquele planeta começou com gigantescos furacões e o desaparecimento de sua calota polar. Júpiter aumentou seu brilho em 200% nas nuvens que o rodeiam e suas luas apresentam significativo aquecimento. Em Saturno, o fluxo equatorial diminuiu dramaticamente em menos de 20 anos, mas surgiu uma grande fonte de raios gama, na freqüência dos raios X. Como Júpiter, a atividade auroral de Saturno aumentou muito. Mudanças significativas nas nuvens de Urano foram detectadas, e elas estão mais numerosas, ativas e brilhantes. Nada disso pode ser explicado naturalmente.

Em 1846, o citado Le Verrier considerou Netuno um “revólver fumegante”. Pois bem, desde 1996, tem sido observado um aumento de 40% no brilho atmosférico do planeta, além de grandes tempestades, sendo que Netuno não tem capacidade natural para criar tais anomalias e está muito longe do Sol para sofrer os efeitos da atividade solar ampliada. Portanto, tal energia só pode estar chegando de um intruso invisível. O mesmo se dá com Plutão, que, em 1989, alcançou o ponto mais próximo do Sol e também começou a revelar uma forma de aquecimento global, tal como a Terra e Marte. Sua pressão atmosférica triplicou, enquanto a temperatura da superfície subiu 2º C, ao se afastar do Sol.

As características de Nibiru

O estranho corpo que hoje afeta o Sistema Solar tem características astronômicas distintas que podem ser deduzidas de observações diretas feitas recentemente. Por exemplo, sua órbita é excêntrica, elíptica e dramaticamente inclinada. Seu período orbital – tempo que o astro leva para dar uma volta completa em sua órbita, do periélio ao afélio, voltando ao ponto de origem – é de aproximadamente 3.660 anos. O periélio de Nibiru, ou seja, o ponto onde ele se encontra mais próximo do Sol, é de 2,85 AU ou unidades astronômicas [Uma UA é a distância média da Terra ao Sol, ou cerca de 150 milhões de quilômetros]. Assim, estando Marte a 1,52 AU do Sol, o ponto em que Nibiru estará mais próximo do astro ficará entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 256 milhões de quilômetros do astro central.

A Terra suportará tsunamis e terremotos de gigantescas proporções, que mudará a face do planeta

O Afélio do misterioso corpo, o ponto onde ele se encontra mais distante do Sol, é de 472 AU. Apenas para comparação, o afélio de Plutão é de 39,5 AU. Portanto, o Planeta X viaja para fora do Sistema Solar até um ponto a cerca de 12 vezes a distância de Plutão ao Sol. Para aumentar ainda mais a estranheza da situação, deve-se levar em conta um fator chamado de inclinação sobre a eclíptica. Aproximadamente 90% dos planetas visíveis estão no plano da eclíptica, mas a órbita de Nibiru está bem abaixo deste plano, praticamente perpendicular a ele. Estes dados podem ser confirmados por fontes da NASA. Hoje, sabemos que o corpo será visível com o uso de telescópios amadores, no Hemisfério Sul, a partir de maio de 2009. A olho nu, será inteiramente visível como um objeto vermelho brilhante, também em meados de 2009. Estudiosos garantem que, em 2012, Nibiru aparecerá como uma espécie de “segundo Sol” no céu.

As perspectivas são sombrias, como se pode constatar na cronologia presumida dos acontecimentos. Em 30 de abril de 2007, a distância do Sol a Nibiru foi de aproximadamente 14 AU, entrando na órbita de Saturno. Isto perturbou a maioria dos planetas e o astro central, que entrou num ciclo de 24 anos e chegará ao pico de atividade em 2012. A NASA anuncia que este ciclo será o pior dos últimos 400 anos. Na Terra, tivemos hoje um aumento no número e na intensidade de terremotos, bem como aumento de secas em várias localidades – recentemente, a China anunciou que centenas de pequenos reservatórios já secaram.

Fonte:Revista UFO


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-11-29

CIENCIA DESCOBRE GENES EXTRATERRESTRES EM DNA HUMANO  



Existiriam civilizações de seres humanos avançados espalhadas pelas galáxias?

Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano fez uma descoberta impressionante.

Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, “seqüências não-codificadas” são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres.

As seqüências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células a peixes a humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.

As seqüências não-codificadas, originalmente conhecidas como “DNA-LIXO”, foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. A esmagadora maioria do DNA humano vem de fora do nosso planeta. Esses evidentes “genes-lixo extraterrestres” simplesmente “curtem o passeio” com os outros genes ativos, passando de geração a geração.

Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de “programador extraterrestre”. “As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente a todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos”, observa o professor Chang.

O professor Chang estipula também que “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo.”

Chang, além disso, ressalta que “Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos “programadores extraterrestres” provavelmente estavam trabalhando em “um grande código” consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram “o grande código”, executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente.”

Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que: “os”programadores extraterrestres” talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no “projeto Terra” a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os “programadores extraterrestres” cortaram drasticamente o “grande código” e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra.

Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que descobriram origens extraterrestres para a Humanidade.

Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no seqüenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.

O professor Chang ainda aponta que “o quê vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código.” Chang então afirma que “o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais “no jogo”.

“Cedo ou tarde”, diz Chang, “nós teremos que enfrentar a inacreditável idéia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos “primos extraterrestres” e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos.”


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-11-28

Civilizações inteligentes nas Galáxias - Somos filhos das Estrelas  



Quais seriam as chances de haver vida inteligente em sistemas planetários similares ao nosso? Já foram descobertas bilhões de galáxias e, apenas dentro da nossa própria galáxia (Via Láctea) há bilhões de estrelas.Um cálculo diz que pode haver 1 milhão de civilizações parecidas com a nossa por aí.

Em 1961, Frank Drake, astrônomo norte americano, atual diretor do Instituto SETI (Search for Extra Terrestrial Life – Busca por Vida Extraterrena), publicou uma equação que pretende fornecer o número de civilizações inteligentes e que desenvolveram tecnologia em nossa galáxia. Essa equação ficou conhecida como equação de Frank Drake.

A equação de Frank Drake fornece o número de civilizações em nossa galáxia que são inteligentes, desenvolveram tecnologia e são assim capazes de emitir sinais detectáveis por nós, assim como de detectar sinais que nós emitimos (civilizações comunicantes). Chega-se a esse número através da multiplicação simples de sete termos ou parcelas. A equação de Frank Drake é simples, mas chegar a valores razoáveis para cada uma dessas sete parcelas é extremamente difícil e complicado.



Onde:

* N é o número de civilizações comunicantes em nossa galáxia;
* E é o número de estrelas que se formam por ano na nossa galáxia;
* P é a fração, dentre as estrelas formadas, que possui sistema planetário;
* S é o número de planetas com condições de desenvolver vida por sistema planetário;
* V é a fração desses planetas que de fato desenvolve vida; I é a fração, dentre os planetas que desenvolvem vida, que chega a vida inteligente;
* T é a fração, dentre os planetas que chegam a vida inteligente, que desenvolve tecnologia
* C é a duração média, em anos, de uma civilização inteligente.

Frank Drake e a sua famosa equação que tenta calcular o número de civilizações tecnológicas na nossa galáxia com a possibilidade de estabelecerem comunicações entre si. Crédito: SETI Institute
Encontrar valores para E (estrelas), P (estrelas formadas com sistemas planetários) e S (número de planetas com condições de desenvolver vida em cada sistema planetário) é tarefa da Astronomia. Com base nas teorias atuais sobre formação de estrelas, não parece que estamos sujeitos a grandes erros se considerarmos E = 10,P = 1 e S = 1. A multiplicação dessas três parcelas nos permite dizer que, por ano, se formam 10 planetas em nossa galáxia com condições de abrigar vida.

Encontrar valores para V (fração daqueles planetas que de fato desenvolvem vida) e I (dentre os planetas que desenvolvem vida a fração destes que desenvolve vida inteligente) é tarefa da Biologia. Principalmente pela falta de outra amostra para a observação da vida, que não a Terra, há grande incerteza na atribuição de valores para essas duas parcelas. Vamos considerar que de dez planetas com possibilidades de desenvolvimento de vida, essa só se desenvolva efetivamente em um deles (V = 0,1). Da mesma forma, vamos considerar que de dez planetas que desenvolvam vida, um chegue a vida inteligente (I = 0,1).

T (dentre os planetas que desenvolvem vida inteligente, a fração que chega a desenvolver tecnologia) e C (duração média de uma civilização inteligente) estão na área político-sócio-econômica. A incerteza na atribuição de valores para essas duas parcelas é imensa. Também aqui vamos considerar que de dez planetas que alcancem vida inteligente, um desenvolva tecnologia (T = 0,1). Por fim, qual a duração média de uma civilização comunicante? A resposta a essa pergunta também envolve algum conhecimento de Astronomia.

Note que essa pergunta está intimamente ligada ao futuro da espécie humana. Há apenas cerca de 60 anos podemos nos intitular “civilização comunicante” e a Terra ainda poderá existir por uns 4,5 bilhões de anos, tempo de existência que ainda resta ao sistema solar. Alguns mais pessimistas acreditam que já estamos prestes a nos destruir. Alguns mais otimistas acreditam que o único limite para a nossa civilização é a destruição do sistema solar.

Existe também a possibilidade de destruição de nosso planeta em uma colisão com um cometa ou meteoro. Mesmo sabendo que estamos sujeitos a um grande erro, vamos considerar C = 10 milhões.

A atribuição dos valores para as parcelas acima foi feita norteada pela ciência atual, porém, com visões bastante otimistas acerca da vulgaridade da vida no universo, de tal forma que podemos falar que estamos obtendo o número máximo possível de civilizações comunicantes em nossa galáxia. Após multiplicarmos as parcelas acima, chegamos a um milhão. Isso quer dizer que é possível que tenhamos um milhão de civilizações, só em nossa galáxia, que mais do que inteligentes, desenvolveram tecnologia e são capazes de se comunicar conosco.

O bioquímico J. B. Haldane (1892-1964) afirmou um dia que: "O universo não é mais estranho do que imaginamos, mas mais estranho do que pudemos imaginar".

SOMOS FILHOS DAS ESTRELAS!

Parece poesia, mas é uma afirmação verdadeira que pode ser generalizada para:

"A vida contém e é contida pelas estrelas".

Esse pode ser um forte argumento favorável à existência de vida em outros lugares do universo.


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

10 anos da Estação Espacial Internacional (ISS) - Imagens de Aniversário  

Esse traje espacial se transformou em um pequeno satélite, que depois se desintegrou na atmosfera.

Neste mês de novembro, a Estação Espacial Internacional (ISS) está comemorando 10 anos desde o início de sua costrução. O seu primeiro módulo, o Zarya, foi lançado em órbita no dia 20 de novembro de 1998 pelo foguetão russo Proton, de Baikonur (Cazaquistão)

Na última década foram lançados 78 vôos (34 não-tripulados) que carregavam novos módulos, painéis solares, equipamento de suporte, suprimentos e 167 pessoas de 15 países diferentes.

Originalmente programada para ser concluída em 2003, a data prevista para conclusão agora é 2011.

A ISS é, e será o melhor lugar para descobrir materiais, procedimentos e medidas de segurança para transformar as viagens interplanetárias em realidade.

Clique nas imagens para ampliar:


Em dezembro de 1998, a tripulação do Ônibus Espacial (missão STS-88) começou a construção da Estação Espacial Internacional - O Astronauta James Newman é visto aqui fazendo a conexão final do módulo Zarya.



Este traje-esqueleto, visto aqui em 13 de maio de 2001, no laboratório Destiny sobre a Estação Espacial Internacional (ISS), é concebido para medir os efeitos da radiação sobre órgãos dentro do corpo, usando um tronco que é semelhante aos usados para treinar radiologistas na Terra. Ele contém detectores de radiação que irá medir, em tempo real, quanta radiação no cérebro, tireóide, estômago, cólon, pulmão e coração receberá diáriamente. Os dados serão utilizados para determinar a forma como o organismo e os seus órgãos internos reagem pelos escudos de radiação, o que será importante para maior duração de vôos espaciais.


Silueta da Terra e a Estação Espacial Internacional (ISS) vistas em 11 de outubro de 2000.


A tripulação do Atlantis vista do exterior. Foto tirada em 9 de fevereiro 2008.


O Canadarm2 (braço robótico no centro) e um painel solar sobre a Estação Espacial Internacional estão em destaque nesta imagem fotografada durante a missão da primeira sessão do EVA, enquanto o Ônibus Espacial Endeavor (STS-118) encaixava com a estação em 11 de agosto de 2007.



A ISS fotografada pela nave Atlantis em 16 de outubro de 2002.

Astronauta Stephen Robinson 'cavalga' os 17 metros de comprimento do braço robótico Canadarm2 durante a missão STS-114 do ônibus espacial Discovery em agosto de 2005. O Canadarm2 tem múltiplas articulações e é capaz de manusear cargas úteis de 116.000 kg.
Mais imagens aqui.


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-11-27

Camera de 1,4 bilhao de pixels  

Câmera digital que tira fotos com 1,4 bilhão de pixels vai monitorar asteróides que ameaçam a Terra.

Isso que é superzoom de verdade

O Massachusetts Institute of Technology exibiu uma super câmera digital com capacidade de captar fotos com até 1,4 bilhão de pixels.

A câmera usa 4 sistemas ópticos com 1,8 metros de diâmetro e envia as imagens captadas para um data center gerenciado por um super computador.

O objetivo do projeto, que começa a funcionar a partir de dezembro, é monitorar o movimento de asteróides no espaço e emitir alertas caso algum objeto entre em rota de colisão com o planeta Terra.

A super câmera vai funcionar num observatório astronômico construído numa das ilhas do arquipélago do Havaí. A cada mês, a câmera terá fotografado todo o espaço visível a partir da Terra três meses.

Um aplicativo vai detectar qualquer objeto que tenha mais de 300 metros de diâmetro e calcular sua trajetória a partir da localização do objeto em diferentes fotos.

O equipamento faz parte de um projeto que visa proteger o planeja do impacto de asteróides e outros elementos que possam, em tese, ameaçar a vida da humanidade ou de parte dos seres vivos no planeta.

Apesar de poder calcular os riscos existentes no entorno da Terra, o sistema de observação não é acompanhado de nenhum projeto bélico que, em tese, possa destruir um asteróide em rota de colisão com a Terra, livrando o planeta de uma eventual colisão espacial.

Vi em Info.


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-11-24

Descobertas Geleiras longe dos pólos do Planeta Marte  

Montanha gelada longe dos Pólos de Marte

Os primeiros indícios de água em Marte foram detectados há quatro anos pelas sondas espaciais "Spirit" e "Opportunity", confirmados depois pela "Phoenix".

"Trata-se de uma descoberta muito importante porque não só constata a existência de água em Marte, mas cobre a necessidade desse elemento que terão as futuras missões interplanetarias", disse Ali Safaeinili, cientista da Nasa, a agência espacial americana.

"Também é importante porque a água dessas geleiras se encontra em latitudes baixas do planeta, longe dos pólos, e em alguns casos a apenas três metros de profundidade", afirmou.V A descoberta foi feita com o radar da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) da Nasa há um ano.

"Demoramos a fazer o anúncio do descobrimento porque queríamos estar seguros dele e fizemos todas as verificações possíveis", frisou.

A descoberta de grandes reservas de água congelada é um sinal encorajador para os cientistas que buscam vida além de nosso planeta, afirmou o estudo publicado na Science.

As geleiras cobrem uma superfície de dezenas de milhares de quilômetros quadrados e se estendem desde as montanhas marcianas com uma espessura em alguns casos de cerca de 800 metros.

A camada de material rochoso que cobre o gelo, em outros casos de uma espessura de alguns poucos metros, possivelmente preservou as geleiras, segundo o estudo.

"Sem dúvida as geleiras representam a maior reserva de água em Marte, longe das calotas polares. Só um dos que examinamos é três vezes mais extenso que a cidade de Los Angeles (...) e há muitos mais", afirmou John Holt, da Escola de Geociencias da Universidade do Texas e autor do relatório.


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-11-22

A tecnologia dos trajes espaciais  

O espaço sideral é um lugar extremamente hostil. Se você fosse sair de uma espaçonave como a Estação Espacial Internacional ou em um mundo com pouca ou nenhuma atmosfera, como a Lua ou Marte, e não estivesse usando um traje espacial, algumas coisas aconteceriam:

  • Você ficaria inconsciente em 15 segundos devido à falta de oxigênio.
  • Seu sangue e fluidos corporais entrariam em "ebulição" e congelariam, pois há pouca ou nenhuma pressão do ar.
  • Seus tecidos (pele, coração e outros órgãos internos) expandiriam devido aos fluidos em ebulição.
  • Você enfrentaria alterações extremas na temperatura:
    • luz solar: 120ºC
    • sombra: -100°C
  • Você seria exposto a vários tipos de radiação, como raios cósmicos e partículas carregadas emitidas do sol (vento solar).
  • Você poderia ser atingido por pequenas partículas de pó ou rocha que se movem em altas velocidades (micrometeoróides) ou detritos de satélites ou espaçonaves em órbita.
Então, para lhe proteger desses perigos, um traje espacial deve:
  • possuir uma atmosfera pressurizada
  • fornecer oxigênio
  • remover o dióxido de carbono
  • manter uma temperatura confortável, não importando o trabalho árduo ou movimento para dentro e fora de áreas iluminadas pelo sol
  • protegê-lo de micrometeoróides
  • protegê-lo da radiação até certo grau
  • permitir que enxergue claramente
  • permitir que você mova seu corpo facilmente dentro do traje espacial
  • permitir que você fale com outros (controladores terrestres, outros astronautas)
  • permitir que você se mova ao redor da parte externa da espaçonave

Atmosfera pressurizada
O traje espacial fornece pressão de ar para manter os fluidos em seu corpo no estado líquido - em outras palavras, para evitar que seus fluidos corporais entrem em ebulição. Como um pneu, o traje espacial é essencialmente um balão inflado restringido por algum tecido emborrachado, neste caso, fibras revestidas de Neoprene. A restrição colocada na parte do "balão" do traje fornece pressão de ar sobre o astronauta que o veste, como soprar um balão dentro de um tubo de papelão.

A maioria dos trajes espaciais opera em pressões abaixo da pressão atmosférica normal (14,7 lb/pol2 ou 1atm); a cabine da nave espacial também opera em pressão atmosférica normal. O traje espacial usado por astronautas de espaçonaves opera em 4 lb/pol2 ou 0,29 atm. Portanto, a pressão da cabine, tanto da espaçonave quanto de uma câmara pressurizada, deve ser reduzida antes que um astronauta se vista para um passeio espacial. Um astronauta passeando pelo espaço corre o risco de sofrer uma doença de descompressão devido às alterações na pressão entre o traje espacial e a cabine da espaçonave.

Oxigênio
Os trajes espaciais não podem usar ar normal (78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de outros gases), pois a baixa pressão causaria concentrações de oxigênio perigosamente baixas nos pulmões e sangue, como em uma escalada ao Monte Everest. Portanto, a maioria dos trajes espaciais fornecem uma atmosfera de oxigênio puro para a respiração. Os trajes espaciais obtêm o oxigênio da espaçonave através de um cordão umbilical ou de um sistema de suporte à vida na mochila que os astronautas usam.

Tanto a espaçonave quanto a Estação Espacial Internacional têm misturas de ar normal que imitam nossa atmosfera. Portanto, para entrar em um traje espacial de oxigênio puro, um astronauta que vai caminhar no espaço deve respirar oxigênio puro por algum período de tempo antes de se vestir. Essa pré-respiração elimina o nitrogênio do sangue e tecidos do astronauta, minimizando o risco de doença da descompressão.

Dióxido de Carbono
O astronauta exala dióxido de carbono. No espaço, confinado do traje, as concentrações de dióxido de carbono se acumulariam a níveis mortais. Portanto, o dióxido de carbono em excesso deve ser removido da atmosfera do traje espacial. Os trajes espaciais usam tambores de hidróxido de lítio para remover o dióxido de carbono. Esses tambores estão localizados na mochila de suporte à vida do traje espacial ou na espaçonave, caso no qual são acessados através de um cordão umbilical.

Temperatura
Para lidar com os extremos de temperatura, a maioria dos trajes espaciais são pesadamente isolados com camadas de tecido (Neoprene, Gore-Tex, Dacron) e cobertos com camadas externas reflexivas (Mylar ou tecido branco) para refletir a luz solar. O astronauta produz calor de seu corpo, especialmente ao realizar atividades árduas. Se esse calor não for removido, o suor produzido pelo astronauta irá embaçar o capacete e fará com que o astronauta fique gravemente desidratado; o astronauta Eugene Cernan perdeu vários quilos durante sua caminhada espacial na Gemini 9. Para remover esse excesso de calor, os trajes espaciais têm usado ventiladores/trocadores de calor para soprar o ar frio, como nos programas Mercury e Gemini, ou roupas refrigeradas a água, que são usadas do programa Apollo até hoje.

Micrometeoróides
Para proteger os astronautas de colisões com micrometeoróides, os trajes espaciais têm múltiplas camadas de tecidos resistentes, como o Dacron ou Kevlar. Essas camadas também evitam que o traje rasgue durante exposição a superfícies da espaçonave, planeta ou Lua.

Radiação
Os trajes espaciais oferecem apenas proteção limitada da radiação. Alguma proteção é oferecida pelas coberturas reflexivas de Mylar que são embutidas, mas um traje espacial não ofereceria muita proteção de uma fulguração solar. Então, os passeios espaciais são planejados durante períodos de baixa atividade solar.

Visão clara
Os trajes espaciais têm capacetes feitos de plástico límpido ou policarbonato resistente. A maioria dos capacetes têm coberturas para refletir a luz solar e visores tonalizados para reduzir o brilho, de modo bem parecido aos óculos de sol. Também, antes de uma caminhada espacial, as placas faciais internas do capacete são borrifadas com um composto anti-neblina. Finalmente, as coberturas de capacete de traje espacial modernas têm faróis montados de modo que os astronautas possam explorar ou trabalhar em áreas escuras.

Mobilidade dentro do traje espacial
O movimento dentro de um traje espacial é difícil. Imagine-se tentando mover seus dedos em uma luva de borracha inflada de ar; isso não dá muito certo. Para ajudar neste problema, os trajes espaciais são equipados com juntas especiais ou estreitamentos no tecido para ajudar os astronautas a flexionar suas mãos, braços, pernas, joelhos e tornozelos.

Comunicações
Os trajes espaciais são equipados com transmissores/receptores de rádio, de modo que os astronautas que passeiam pelo espaço podem falar com os controladores de terra e/ou outros astronautas. Os astronautas usam conjuntos com microfones e fones de ouvido. Os transmissores/receptores estão localizados nas mochilas usadas pelos astronautas.

Mobilidade na espaçonave
Na ausência de gravidade, é difícil se movimentar. Se você empurrar alguma coisa, você voa na direção oposta (terceira lei do movimento de Newton - para cada ação há uma reação igual e oposta). Os astronautas da Gemini em passeio pelo espaço relataram grandes problemas em simplesmente manter suas posições; quando tentavam girar uma chave de boca, eles giravam na direção oposta. Portanto, as espaçonaves são equipadas com estribos e suportes de mão para ajudar os astronautas a trabalhar em microgravidade. Além disso, antes da missão, os astronautas praticam o passeio espacial em grandes tanques de água na Terra. A flutuação de um traje espacial inflado na água simula a microgravidade.

treinamento de astronauta na água para caminhadas espaciais
Foto cedida pela NASA
Astronautas treinando na água uma caminhada espacial para construir a Estação Espacial Internacional


Projeto Apollo

Como os astronautas da Apollo tinham de andar sobre a Lua bem como voar no espaço, foi desenvolvido um traje espacial único, contendo acessórios para caminhada na Lua. O traje espacial básico da Apollo, usado durante o lançamento, era o traje de suporte necessário em caso de falha da pressão da cabine.

traje espacial da Apollo 11 de Neil Armstrong'
Foto cedida pela NASA
Traje espacial da Apollo 11 de Neil Armstrong

Jim Lovell em seu traje espacial da Apollo
Foto cedida pela NASA
Jim Lovell em seu traje espacial da Apollo
O traje da Apollo consistia do seguinte:
  • uma roupa de baixo de nylon refrigerada a água
  • um traje pressurizado de várias camadas
    • camada interna - nylon leve com respiros no tecido
    • camada intermediária - nylon revestido de neoprene para conter a pressão
    • camada externa - nylon para restringir as camadas inferiores pressurizadas
  • cinco camadas de Mylar aluminizado mescladas com quatro camadas de Dacron para proteção do calor.
  • duas camadas de Kapton para proteção adicional contra o calor
  • uma camada de tecido revestido de Teflon (não inflamável) para proteção contra arranhões
  • uma camada de tecido de Teflon branco (não inflamável)
O traje tinha botas, luvas, um capuz de comunicações e um capacete de plástico límpido. Durante o lançamento, o oxigênio e água de refrigeração do traje eram fornecidos pela nave.

Para andar na Lua, o traje espacial era complementado com um par de botas protetoras de sobreposição, luvas com dedos de borracha, um conjunto de filtros/visores usados sobre o capacete para proteção contra a luz solar e uma mochila de suporte portátil, que continha oxigênio, equipamento de remoção de dióxido de carbono e água de refrigeração. O traje espacial e mochila pesavam 81,7 kg sobre a Terra, mas apenas 13,6 kg na lua.

o traje espacial da Apollo usado para caminhada na lua
Foto cedida pela NASA
O traje espacial da Apollo usado para caminhada na lua

O traje espacial básico da Apollo também era usado para caminhada no espaço durante as missões Skylab.

Durante os primeiros vôos do ônibus espacial, os astronautas usaram um traje de vôo marrom. Como nas primeiras missões, este traje de vôo tinha o objetivo de proteger os astronautas se a pressão da cabine falhasse. Seu projeto era similar aos primeiros trajes de vôo da Apollo.

o traje de vôo usado nas primeiras missões de espaçonaves
Foto cedida pela NASA
Traje de vôo usado nas primeiras missões do ônibus espacial

Como os vôos de ônibus espaciais se tornaram mais rotineiros, os astronautas pararam de usar trajes pressurizados durante o lançamento. Em vez disso, usaram macacões azuis claros com botas pretas e um capacete de comunicações branco, de plástico e resistente ao impacto. Esta prática continuou até o desastre da Challenger (site em inglês).

tripulação do ônibus espacial Challenger antes do lançamento
Foto cedida pela NASA
Tripulação do ônibus espacial Challenger (STS51-L) pouco antes do lançamento

o mais recente traje de vôo para ônibus espacial
Foto cedida pela NASA
O mais recente traje de vôo para ônibus espacial usado durante lançamento e reentrada
Após uma revisão do desastre da Challenger, a NASA começou a exigir que todos os astronautas usassem trajes pressurizados durante a decolagem e reentrada. Esses trajes de vôo laranja eram pressurizados e equipados com capuz de comunicações, capacete, botas, luvas, pára-quedas e preservador de vida inflável. Novamente, esses trajes espaciais foram projetados para uso emergencial - caso a pressão da cabine falhe ou os astronautas tenham de ejetar da espaçonave em alta altitude durante a decolagem ou reentrada.

A NASA também desenvolveu alguns dispositivos de manobra de foguetes movidos a gás para permitir que os astronautas se movessem livremente sem ficarem acorrentados à espaçonave. Tal dispositivo, chamado de Unidade de Manobra Tripulada (MMU, Manned Maneuvering Unit), era basicamente uma cadeira movida por um propulsor a gás e um controle por joystick.

Também desenvolveu uma unidade propelida a gás nitrogênio que se ajusta na mochila, chamada Auxílio Simplificado para Resgate em Atividade Extraveicular (SAFER, Simplified Aid For Extravehicular Activity Rescue). O SAFER pode ajudar um astronauta a retornar à espaçonave ou estação no caso de ser separado da espaçonave. O SAFER comporta 1,4 kg de propelente a nitrogênio e pode alterar a velocidade de um astronauta até um máximo de 3 m/s.

astronauta bruce mccandless II em flutuação livre no espaço

Os astronautas que fazem caminhadas espaciais fora do ônibus espacial e da Estação Espacial Internacional podem trabalhar por até 7 horas com o traje espacial utilizado atualmente, que também é chamado de Unidade de Mobilidade Extraveicular (EMU). O EMU é uma maravilhosa façanha técnica com uma etiqueta de preço de US$ 12 milhões. Apesar da tecnologia avançada do EMU, a "mecânica" usada para atender às necessidades básicas dos astronautas de alimentos, água e eliminação de dejetos é precária, de "baixa tecnologia".

Comer
Há uma fenda na porção superior rígida do torso (HUT) do EMU para uma barra de cereais com frutas. A barra é projetada de maneira que o astronauta possa morder e puxar o resto para cima. A barra toda deve ser comida de uma vez para evitar que as migalhas flutuem dentro do capacete. No entanto, a maioria dos astronautas prefere comer antes da caminhada espacial e não usar essa barra.

Beber
O traje espacial possui o saco de bebida interno do traje (IDB), que é uma bolsa plástica instalada dentro da HUT. O IDB pode guardar cerca de 2 litros de água e possui um pequeno tubo (canudinho) que se encaixa próxima da boca do astronauta. O astronauta pode mover seu boca dentro do capacete e sugar a água através do tubo.

Eliminar dejetos
Cada astronauta que caminha no espaço usa uma grande fralda (em inglês) absorvente chamada de vestuário de absorção máxima (MAG) para coletar a urina e as fezes enquanto estiver no traje espacial. O astronauta descarta o MAG quando termina a caminhada espacial e se veste com as roupas de trabalho regulares.


Vestindo um traje espacia

astronauta em passeio espacial

Para se prepararem para uma caminhada espacial, os membros da tripulação devem fazer o seguinte:
  1. reduzir a pressão no ônibus espacial para 0,7 atm e aumentar o oxigênio
  2. pré-respirar 100% de oxigênio durante 30 minutos para remover o nitrogênio de seu sangue e tecidos
  3. colocar a MAG
  4. entrar na câmara pressurizada
  5. colocar a LCVG
  6. Conectar o EEH ao HUT
  7. conectar o DCM ao HUT (o PLSS é pré-conectado ao HUT)
  8. conectar os braços ao HUT
  9. esfregar o capacete com composto anti-embaçamento
  10. colocar um espelho de pulso e lista de verificação nas mangas
  11. inserir uma barra alimentícia e uma IDB cheia de água no interior do HUT
  12. verificar as luzes e câmeras de TV no EVA
  13. colocar o EVA sobre o capacete
  14. conectar o CCA ao EEH
  15. entrar no LTA e puxá-lo acima de sua cintura
  16. conectar a SCU no DCM e no ônibus espacial
  17. contorcer-se na parte do torso superior do traje
  18. conectar os tubos de refrigeração da LVCG ao PLSS
  19. conectar as conexões elétricas do EEH ao PLSS
  20. travar o LTA no HUT
  21. colocar o CCA e os óculos (se o astronauta os usar)
  22. colocar as luvas de conforto
  23. travar o capacete e EVA
  24. travar as luvas externas
  25. verificar se há vazamentos na EMU aumentando a pressão para 0,20atm acima da pressão da cabine pressurizada.
A ausência de vazamentos indica que a cabine deve ser despressurizada. Assim que etapas forem cumpridas:
  1. a EMU despressuriza automaticamente para sua pressão operacional
  2. os trajes são amarrados à câmara pressurizada
  3. a porta externa da câmara pressurizada é aberta
  4. a SCU é desconectada da EMU
  5. os astronautas saem da câmara pressurizada para o compartimento de carga do ônibus espacial.
E a caminhada espacial começa. Neste ponto, a EMU é ela mesma uma espaçonave, independente do ônibus/estação espacial. É por isso que cada EMU tem uma etiqueta de preço de R$ 25 milhões. Depois da caminhada espacial essas etapas são invertidas, para o astronauta sair do traje e voltar para a espaçonave.

Ao trabalhar na Lua, os astronautas da Apollo tiveram dificuldades em se mover em seus trajes espaciais. Os trajes da Apollo não eram nem de longe tão flexíveis quanto a EMU usada hoje; contudo, a EMU pesa quase o dobro do traje da Apollo (não é um problema pois a EMU foi projetada para o trabalho em microgravidade, não na superfície de um planeta). Para futuras missões espaciais a Marte, a NASA está desenvolvendo "trajes rígidos" mais flexíveis, duráveis, leves e fáceis de vestir que os trajes espaciais atuais.

um conceito de traje rígido desenvolvido para futuras missões espaciais
Foto cedida pela NASA
Conceito de traje rígido AX-5 desenvolvido para futuras missões espaciais.

Fonte:www.hsw.uol.com.br/


Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google

2008-11-19

As maiores explosões não-nucleares da história  

Explosão de 2 toneladas de nitrato de amonia, muito usado em demolição



Explosões monstruosas começaram quando J. Robert Oppenheimer disse: “Agora, eu me torno a Morte, o destruidor de mundos”… Foi ele quem, com outros cientistas criou e lançou a bomba atômica sobre o Japão.

A nuvem em forma de cogumelo deixada pela bomba que explodiu a 550 m. de altitude no centro de Nagasaki, Japão, a 6 de agosto de 1945, atingiu 18 km de altura.

Reação de implosão no núcleo de uma Bomba atômica



Mesmo deixando de lado explosões naturais, tais como a erupção do vulcão Krakatoa, a terra sempre tem sido balançada de mais da conta, por explosões não-atômicas.


Erupção do vulcão Krakatoa. Ilha de Anak Krakatoa

Provavelmente, o tsunami mais destrutivo, registado na história, deu-se quando a ilha vulcânica de Krakatoa entrou em erupção, em Agosto de 1883, numa série de quatro explosões, que espalharam cinzas pelo mundo e geraram uma onda, sentida nos oceanos Atlântico e Pacífico.

O escritor Simon Winchester descreveu o evento como "O dia em que o mundo explodiu". Livros de história contam ,como uma série de grandes ondas tsunami, algumas com alturas de quase 40 metros, acima do nível do mar, matou mais de 36 mil pessoas em cidades e aldeias costeiras, ao longo do estreito de Sunda.

A maioria das vítimas foi morta pelo tsunami e não pela erupção, que destruiu dois terços da ilha. Ondas tsunami, geradas pela erupção, foram observadas em todo o oceano Índico, no Pacífico, na costa oeste dos EUA, na América do Sul e até no canal da Mancha. Destruíram tudo no seu caminho e levaram para a costa blocos de corais, de até 600 toneladas.

Um navio de guerra na área, foi arrastado por três km até terra e depositado numa montanha. De acordo com Winchester, corpos apareceram em Zanzibar e o som da destruição da ilha foi ouvido na Austrália e na Índia.

Vejam algumas das maiores explosões não nucleares da história.

Uma das explosões não-nucleares mais estarrecedoras ocorreu em 1917 em Halifax, Nova Escócia. Em dezembro desse ano, o navio Mont-Blanc puxado por um outro navio, Imo, bate no cais, começando um terrível incêndio. Dez minutos mais tarde o Mont-Blanc explodiu, criando o que é considerada até hoje, uma das maiores explosões não-nucleares da história.

Navio carregado com 3.000 toneladas de munição colide com o cais.
A explosão foi de aproximadamente 3 kilotons de TNT. A bola de fogo subiu acima da cidade e a onda de choque destruiu totalmente a cidade e tudo ao redor de 1,5 Km do epicentro. Pedaços de metal retorcido caíram a 100 Km da explosão e do som da detonação foi ouvido a mais de 300 Km do local. A explosão foi tão forte que gerou um tsunami com ondas que, então, voltaram no porto outra vez, ocasionando morte e destruição.
Aproximadamente 2.000 pessoas morreram na explosão e outros 9.000 feridos.



Esse míssil “Trident” da marinha, cai logo depois de um lançamento de testes de um submarino, fora da costa de Cape Canaveral, USA. O míssil explodiu logo depois que esta foto foi feita. Não houve destruição no submarino ou feridos. O capitão do submarino, olhava o lançamento através do periscópio do submarino.


A segunda guerra mundial presenciou grandes tragédias. Em 1944, o Fort Stikine SS explodiu quando estava ancorado em Bombaim, India. Quando sua carga veio acima, a explosão matou 800 homens e feriu 3.000. O fogo durou mais de três dias.


Também em 1944, o Reino Unido experimentou o que é considerada, a maior explosão em solo britânico, quando 3.700 toneladas de explosivos detonaram acidentalmente em uma loja de munição subterrânea em Fauld, Staffordshire. A explosão abriu uma cratera de 1 Km transversalmente e mais de 120 metros de profundidade - e destruíndo não somente a base mas um reservatório próximo (e toda a água nela).

--------------------------------------------------------------------------------------
Mas uma das maiores explosões e também a mais trágica na história humana, com exceção das duas bombas atômicas que cairam no Japão, foi outra vez em 1944. Em 17 de julho, munições que estavam sendo carregadas em um navio dentro da àrea portuária de Chicago, Califórnia, (perto de San Francisco) detonaram. Ninguém sabe o que causou exatamente a explosão, mas os danos foram imensos. Mais de 5.000 toneladas de explosivos foi detonado, mais o que estava nas lojas na base e em todos os navios ancorados. A explosão foi sentida em Las Vegas (800 Km distante) e pessoas foram feridas em toda a área da baía, quando as janelas foram quebradas pela imensa onda de pressão.




Mais de 320 morreram imediatamente e quase 400 feridos seriamente, mas essa não é a tragédia real. A maioria destes homens eram afro-americanos e este único desastre matou quase 15% das vítimas afro-americanas durante toda a guerra.

Ainda temendo pela sua segurança, os solados sobreviventes, que tinham gasto três semanas para resgatar os corpos de seus companheiros, recusaram-se a carregar toda a munição adicional. O exército, em mais uma amostra de rigidez e insanidade, considerou este um ato um motim e, mandou para à corte marcial 208 soldados, e mais 50 à cadeia por 8 a 15 anos.

Felizmente, foram perdoados depois que o general Marshall lutou por eles, embora o membro final recebeu somente a justiça em 1999, no ato de um perdão presidencial dado pelo presidente Bill Clinton. Hoje em Chicago, na área portuária existe um marco e, ele indica que o evento foi um passo para “a justiça e a igualdade raciais.”


Explosão de foguete:


“Um foguete Titan IV-A, explode na manhã do dia 12 de agosto de 1998, carregado com 1 bilhão de dólares em satélites espiões “mercúrio”. A explosão ocorreu 40 segundos após o lançamento em uma altura de mais de 6 km e, foi forte o bastante para disparar alarmes de carros a mais de 30 Kms distantes. “


A marinha e suas explosões.



Explosões e tiros de artilharia:



Copie essa postagem para seu Blog:

Continua aqui...




Bookmark este post:
Ma.gnolia DiggIt! Del.icio.us Blinklist Yahoo Furl Technorati Simpy Spurl Reddit Google